Como uma pandemia pode afetar as favelas, lugares onde o saneamento e a estrutura básica são precários e onde a desigualdade é muito presente.
Para os 30 milhões de brasileiros que não têm saneamento básico ou os 11 milhões que vivem em milhares de favelas espalhadas por um território com o dobro do tamanho da União Europeia, é difícil seguir as recomendações sanitárias mais simples, com lavar as mãos frequentemente com água e sabão, o álcool em gel é um luxo inalcançável e trabalhar em casa é uma quimera para famílias que dividem um ou dois quartos mal ventilados ou quando alimentar os filhos exige sair às ruas para vender doces ou cuidar de bebês ou dos jardins de outros.
Nessas comunidades superpovoadas onde poucos confiam nas autoridades, faltam as infraestruturas mais básicas e as pessoas vivem com o que ganham no dia, combater o coronavírus é uma missão muito delicada, ainda mais em um país onde existe uma imensa desigualdade social.
•PARTICIPANTES: Gabrielle Cunha, Millena Pianco, Laura Puccini - 8°B
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Comentários
Isadora Dickie22/09/2020 21:37
Pois é, pessoal... isso é o reflexo da desigualdade social... muito triste. Temos que pensar em formas de reduzir drasticamente com esta desigualdade, e até mesmo acabar com ela. Bom ponto levantado por vocês.